
Pudera eu correr de volta o tempo, como um relógio a que se retrocedem os ponteiros, e ia-te buscar. Comíamos o maior crepe com gelado de sempre, cantávamos até ser dia outra vez, pintávamos cada pedra do passeio, víamos loucos cuspirem fogo... Esses loucos de Lisboa que amamos, "que nos fazem duvidar" de tudo, menos de nós.
Não duvides nunca.
Parabéns princesa.
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